É mito que se cria nessas bandas: Sandro Goiano é melhor que Chuck Noris!
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Em Roma, aja como os romanos
Eu nasci em Florianópolis, e basta dizer isso pra deixar claro o quanto futebol é importante pra mim. Nada. Lá se torce pra times de todo Brasil, e o campeonato estadual é uma várzea, quase uma brincadeirinha. Eu cresci virando a casaca, corintiano na época do Neto, flamenguista na época do Zinho, figueirense na época do Edmundo, uma espécie de Zelig futebolístico, influenciado convenientemente pelas rodas sociais.
Ao vir pra Porto Alegre, não preciso dizer, já torci para os dois times - alternando-se o melhor time, alterna-se assim minha paixão. Compro camiseta, vou no estádio, mando vizinho tomar no cu quando sai gol. Sou capaz de chorar na frente da televisão, quebrar o copo de cerveja quando sai gol do adversário. Como uma aberração, quando me transformo em torcedor sou um dos mais exaltados. O que muda é, apenas, esse detalhe: o nome do time.
Inevitavelmente, nos últimos dias ando meio gremista. E como tal, não posso imaginar uma final de Libertadores mais bela e inesquecível como esta, Boca Juniors e Grêmio. Um confronto de paixões incontroláveis, duas trajetórias apaixonadas e apaixonantes. No primeiro jogo deu o previsto, quarta-feira que vem é a vez do Grêmio mostrar ao mundo as façanhas que tem feito localmente.
Meu período gremista será dos mais memoráveis, sem dúvida.
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Pra análises sóbrias sobre coisas de Porto alegre, sempre recorro ao PAlegre:
Como resumiu nosso colunista esportivo em rápido comentário via MSN há pouco: “tamo fodido”.
technorati tags:gremio, boca, futebol, libertadores
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